segunda-feira, 12 de novembro de 2012

DUAS ESCOLHAS



Duas escolhas
“Luiz é o tipo de cara que você gostaria de conhecer”. 
“Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer”. 
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo: 
“Ah... Se melhor, estraga”. 
Ele era um gerente especial em um restante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. 
Ele era um motivador nato. 
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luis estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação. 
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei: 
“Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo”. 
“Como faz isso”? 
Ele me respondeu: 
“A cada manha, ao acordar, digo para me mesmo”: 
“Luis, você tem duas escolhas hoje: Pode ficar de bom humor ou de mau humor.  Eu escolho ficar de bom humor”.
Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vitima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. 
Eu escolho aprender algo. 
Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. 
Certo, mas não é fácil – argumentei. 
É fácil sim, disse-me Luis.
A vida é feita de escolhas.
Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha. 
Você escolhe como reagir às situações. 
Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. 
É sua a escolha de como viver sua vida. 
Eu pensei sobre o que Luis disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha. 
Anos mais tarde, soube que Luis um dia cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. 
Foi rendido por assaltantes. 
Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. 
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. 
Depois de 18 horas de cirurgia e semana de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de  balas alojadas em seu corpo. 
Encontrei Luis mais ou menos por acaso. 
Quando lhe perguntei como estava, respondeu: “Se melhorar, estraga”. 
Contou-me o que havia acontecido Perguntando: 
“Quer ver minhas cicatrizes”? 
Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto. 
A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. 
Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: 
“Poderia viver ou morrer”. 
“Escolhi viver”!
Você não estava com medo? Perguntei. 
“Os para-médicos foram ótimos”. 
“Eles me diziam que ia dar certo e que ia ficar bom”. 
Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado”. 
Em seus lábios eu lia: “Esse ai já era”. 
Decidir então que tinha que fazer algo. 
O que fez? Perguntei.
Bem. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. 
Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. 
Eu respondi: “Sim”.
Todos pararam para ouvir a minha resposta. 
Tomei fôlego e gritei; “Sou alérgico a balas”!
Entre risadas lhe disse: 
“Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto”. 
Luis sobreviveu graças à persistência dos médicos... mas sua atitude que os fez agir dessa maneira. 
E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente. 
Afinal de contas, “ATITUDE É TUDO”. 
Agora você tem duas opções: 
Ler esta mensagem e guardá-la em alguma pasta, enviar emails a seus amigos dizendo que ela está neste site./
espalhandoluzpazeamor.blogspot.com

Tenha um excelente dia!
Ou melhor...
Tenha uma excelente vida!