terça-feira, 30 de outubro de 2012

ser um copo ou um lago!.eis a questão



                                  ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim. - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! Disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:

É deixar de Ser copo, para tornar-se um Lago.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Verdadeiro valor das pessoas


Você é  inestimável para aqueles que te amam
Um  conhecido professor começou sua palestra segurando uma nota de vinte dólares ($ 20), numa sala com duzentas pessoas. Ele perguntou: “Quem gostaria de ganhar esta nota de vinte dólares?”  Mãos começaram a se levantar.
O professor disse: “Eu vou dar a esta nota de vinte dólares a um de vocês, mas em primeiro lugar, deixe-me fazer isso. “Ele começou a amassar o papel. Ele perguntou: “Quem ainda a quer?” Ainda muitas mãos se levantaram.
“Bem, se eu fizer isso?” Ele jogou a nota no chão e começou a pisá-la com seu sapato. Ele pegou-a, agora amassada e
suja e perguntou: “Quem ainda quer?” Ainda assim as mãos se levantaram no ar.
Meus amigos, nós todos aprendemos uma lição muito valiosa. Não importa o que foi feito com a nota, ela ainda era desejada por muitos, porque não houve redução no valor. Ela ainda vale vinte dólares.
Muitas vezes em nossas vidas, nós somos ignorados, amassados e moídos na sujeira, que são as decisões que tomamos e as circunstâncias que vêm em nosso caminho. Nós podemos nos sentir como se estivéssemos sem valor e inúteis.
Mas não importa o que aconteceu ou vai acontecer, você nunca perderá o seu valor: sujo ou limpo,  totalmente amassado ou levemente enrugado, você ainda é inestimável para aqueles que te amam.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

você pode curar sua vida


                           


O SIGNIFICADO DAS DOENÇAS E CAUSAS

Louise L. Hay
PSICÓLOGA AMERICANA 

AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Òdio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do bem.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Critica conservada por longo tempo.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência, rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Auto critica, falta de auto valorização.
DOR NOS JOELHOS: Medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que procuram se apoiar nos outros.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação ao prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSONIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento frustação. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceita a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro.
PULMÕES: Medo de absorver a vida, tristeza profunda.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional, culpa, crença em perseguição.
RINS: Medo da critica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo...Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Respeitando as diferenças



                                             O Cachorrinho.



Um menino entrou em uma loja de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda. "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse: "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?” 

O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:

“O que é que há com ele?” 

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.

O menino se animou e disse: "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!" 

O dono da loja respondeu: "Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.” 

O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: "Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.” 

O dono da loja contestou: "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.” 

Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.” 

Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus "defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou piores do que elas e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.

pense bem,sobre isso abraços

sábado, 20 de outubro de 2012

UM PEDAÇO DE CORAÇÃO



                                                  UM PEDAÇO DE CORAÇÃO

Um jovem estava no centro da cidade, proclamando ter o coração mais belo da região.
 Uma multidão o cercou e todos admiraram o seu coração. Não havia marca ou qualquer outro defeito.
Todos concordaram que aquele era o coração mais belo que já tinham visto.
O jovem ficou muito orgulhoso por seu belo coração.

De repente, um velho apareceu diante da multidão e disse: "Porque o coração do jovem é mais belo do que o meu?”.

A multidão e o jovem olharam para o coração do velho, que estava batendo com vigor, mas tinha muitas cicatrizes.
Havia locais em que pedaços tinham sido removidos e outros tinham sido colocados no lugar, mas estes não encaixavam direito,
causando muitas irregularidades.
Em alguns pontos do coração, faltavam pedaços.

O jovem olhou para o coração do velho e disse:
"O senhor deve estar brincando... Compare os nossos corações.
 O meu está perfeito, intacto e o seu é uma mistura de cicatrizes e buracos!"

"Sim! - disse o velho - Olhando, o seu coração parece perfeito, mas eu não trocaria o meu pelo seu.
 Veja, cada cicatriz representa uma pessoa para a qual eu dei o meu amor.
Tirei um pedaço do meu coração e dei para cada uma dessas pessoas.
Muitas delas deram-me também um pedaço do próprio coração para que eu colocasse no meu,
 mas como os pedaços não eram exatamente iguais, há irregularidades. Mas eu as estimo,
porque me fazem lembrar do amor que compartilhamos. Algumas vezes, dei pedaços do meu coração a quem não me retribuiu.
 Por isso, há buracos. Eles doem, ficam abertos, lembrando-me do amor que senti por essas pessoas...
 Um dia espero que elas retribuam, preenchendo esse vazio. E então, jovem? Agora você entende o que é a verdadeira beleza?"

O jovem ficou calado e lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ele aproximou-se do velho,
tirou um pedaço de seu perfeito e jovem coração e ofereceu ao velho, que retribuiu o gesto.
 O jovem olhou para o seu coração, não mais perfeito como antes, mas mais belo que nunca.
 Os dois se abraçaram e saíram caminhando lado a lado.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

pare de reclamar voce esta no lugar certo .


       

O lugar certo 



O dia havia apenas amanhecido e o agricultor solitário já estava capinando a lavoura. Aquele seria, como outros tantos, um dia de trabalhos árduos, de sol a sol.
Ele sulcava o solo e ao mesmo tempo pensava na vida... Como era difícil sua luta diária para sustentar a família.
Algumas vezes se surpreendeu questionando a justiça divina, que o escolhera para o trabalho duro, enquanto privilegiava outros com tarefas leves e agradáveis.
O sol já ia alto quando ele, cansado, tirou o chapéu e limpou o suor que escorria pelo rosto. Apoiou o braço sobre o cabo da enxada e se deteve a olhar ao redor por alguns instantes.
Ao longe podia-se ver a rodovia que cruzava as plantações  e ele avistou um ônibus que transitava pelas cercanias. Imediatamente pensou consigo mesmo:
- Vida boa deve ser a daquele motorista de ônibus. Trabalha sentado, e sem muito esforço conduz muita gente a vários destinos.
Não toma chuva nem sol e ainda, de quebra, deve ouvir uma musiquinha para se distrair.
De fato o motorista trabalha sentado e não está sujeito às intempéries.
Todavia, o motorista do ônibus, ao ser ultrapassado por um automóvel de passeio, começou pensar de si para consigo:
- Vida boa mesmo deve ser a desse executivo, dirigindo um carrão de luxo!
Não tem patrão para lhe cobrar horários nem tem que passar dias na estrada como eu, longe de casa e da família.
No entanto, logo à frente, o executivo pensava em como era difícil a sua correria diária... As com os negócios, as viagens longas, as reuniões intermináveis, o salário dos empregados no final do mês, os impostos, aplicações, investimentos e outras tantas coisas para resolver...
Mergulhado em seus pensamentos, olhou para o céu e avistou um avião que cruzava os ares, e disse como quem tinha certeza:
- Vida boa é a de piloto de avião. Conhece o mundo inteiro de graça, não precisa enfrentar esse transito infernal e o salário é compensador.
E dentro da cabine da aeronave estava um homem a pensar nos seus próprios problemas...
-Como é dura a vida que eu levo! Semanas longe da esposa, dos filhos, dos amigos. Vivo mais tempo no ar do que no solo e, para agravar estou sempre preocupado com as centenas de pessoas que viajam sob minha responsabilidade.
Nesse instante, um ponto escuro no solo lhe chamou à atenção.
Observou atentamente e percebeu que era um homem trabalhando na lavoura.
Exclamou para si mesmo com certa melancolia:
- Ah, como eu gostaria de estar no lugar daquele homem, trabalhando tranquilamente em meio à vegetação e ouvindo o canto dos pássaros, sem maiores preocupações!
- E ao final do dia voltar para casa, abraçar a esposa e os filhos, jantar e repousar serenamente ao lado daqueles que tanto amo.
- Isso sim é que é vida boa!
“Deus sabe qual é o melhor lugar para cada um de seus filhos, do que necessitamos para evoluir e que lições devemos aprender.”
Por essa razão, todos estamos no lugar correto, com as pessoas certas, e ns profissão adequada. Viver é um grande desafio à inteligência humana e à capacidade do homem de florescer no lugar exato em que foi plantado.
Um abraço carinhoso,


                                 EFICÁCIA DA GENEROSIDADE

                 
e quando todos aqueles que você deu fizerem o mesmo, na 
corrente da generosidade, você é surpreendente a eficácia da generosidade. 
Quando deixamos as energias das bênçãos do altruísmo 
girarem livremente ao nosso redor, 
podemos comprovar o quanto somos beneficiados em 
poder ajudar ao nosso próximo. 
Sempre que você distribuir generosamente, mesmo o pouco que 
já tem, muito lhe é acrescido, 
e mesmo nos momentos difíceis nada irá lhe faltar. 
“A quem tem, mais lhe será acrescido, e a quem não tem, mais 
lhe será tirado”. 
Esta é a resposta da eficácia da generosidade. 
Distribua sorrisos e você verá muitos sorrindo. 
Distribua abraços e muitos irão te abraçar também. 
Quando você distribuir amor, aí então você não pode imaginar 
quanto amor voltará para você. 
Além do que, de tudo que você distribui sempre um pouco 
ficará contigo, 
e quando todos aqueles que você deu fizerem o mesmo, na 
corrente da generosidade, você
chegará à conclusão de que valeu a pena. 

“Lembre-se de que é dando que se recebe”.  

chegará à conclusão de que valeu a pena. 



sábado, 13 de outubro de 2012

FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM




                                               
                                                             O TÁXIS DO BEM

Uma vez um taxista atropelou um menino que atravessava a rua, e rapidamente ele pegou o menino e levou-o para a clinica mais próxima, entrou aflito com rapaz ao colo, ele deixou rapidamente o rapaz num dos quartos de atendimento urgência, e foi logo ter com o Médico da clinica pedindo favores ao médico que socorresse o miúdo porque ele não tinha dinheiro para pagar o tratamento do rapaz, ele implorou tanto que o Médico o ajudasse nessa situação crítica e o Médico simplesmente negou até ao fim; então ele foi onde estava o rapaz e revistou o rapaz nos bolsos e pasta se havia alguma identificação para então contactar com os seus familiares,o taxista logo achou um cartão escolar e o rapaz tinha o sobrenome do Médico, então este taxista foi até ao Médico mostrar o cartão, o Médico de seguida ficou muito chocado ao saber que o rapaz que havia sido atropelado era seu único filho de 11 anos de idade, e o mais triste ainda é que o rapaz morrerá naquele mesmo instante por falta de primeiros socorros imediato.

Eu não sei como você se sentiria se você fosse o médico em questão.

Mas é muito importante frisar aqui que Jesus Cristo diz que nós não devemos nos cansar de fazer o bem; isto significa que quando fizemos sempre um bem, um favor à nosso próximo estamos sempre a fazer favores a nós mesmos.
Portanto não nos cansemos nunca de fazer o bem, não importam as circunstâncias, quando se tratam de vidas humanas temos que abrir mão; existe alguém que abriu mão de muita coisa por causa do ser humano, e esse alguém é Jesus Cristo.


Deus te Abençoe e façamos sempre o bem!


O SILENCIO VALE OURO




O silêncio na hora certa vale ouro. Ele pode falar mais que mil palavras, dar mil conselhos e evitar uma situação constrangedora. Temos o hábito de falar demais e nos esquecemos que não há retorno para o que foi dito.
Muitas vezes quando não falamos acabamos dizendo muito.
Quando há atrito entre duas ou mais pessoas e elas não
conseguem se conter, acabam por dizer coisas que, de maneira refletida, não diriam. Uma discussão é como uma fogueira e as palavras são o vento que aviva a brasa; quanto mais se fala, mais a brasa arde; quanto mais as pessoas dizem nessa situação, menos refletem e acabam por alterar a voz, de maneira que no fim das contas o que se ouve são gritos.
Quantas e quantas pessoas não estragam uma relação só porque não souberam a hora certa de falar e a de calar! Quantos desentendimentos por que, querendo se comunicar, acabaram simplesmente cortando a comunicação com palavras vazias e irrefletidas!
Quando falamos rápido demais, corremos o risco de dizer o que não diríamos se tivéssemos pensado duas vezes.
Poderíamos aprender a contar até 10 ou mesmo 100 antes de responder bruscamente a algo que nos afetou. A resposta não será certamente a mesma depois de passado um tempo. Mas para as pessoas que não conseguem se conter numa discussão, o melhor é o afastamento temporário.
É muito melhor pensar sem falar que falar sem pensar.

Créditos:
Texto: Letícia Thompson

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Poema dia das Crianças




Poema dia das Crianças



  A Lógica De!

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples: - respondeu o velho.
- Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.
Albert Einstein

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O Pote rachado


O Pote rachado O Pote rachado 

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em  seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e  sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente. O carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer. Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço:
- Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê ? Perguntou o homem. De que você está envergonhado ?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha  carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por  todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você  tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.

O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
 - Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:

- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado ?  Eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. Lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Se você não fosse do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa. Cada um de nós temos nossos  próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os conhecermos, eles poderão causar beleza.
"Das nossas fraquezas,  podemos tirar forças."

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

MALEDICÊNCIA -não fale mal de ninguém..



Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros.
Qual a razão última dessa mania de maledicência?
É um complexo de inferioridade unido a um desejo de superioridade.
Diminuir o valor dos outros dá-nos a grata ilusão de aumentar o nosso valor próprio.
A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu
próprio valor pelo desvalor dos outros.
Esses homens julgam necessário apagar as luzes alheias a fim de fazerem brilhar mais intensamente a sua própria
luz.
São como vaga-lumes que não podem luzir senão por entre as trevas da noite, porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca.
Quem tem bastante luz própria não necessita apagar ou diminuir as luzes dos outros para
poder brilhar.
Quem tem valor real em si mesmo não necessita medir o seu valor pelo desvalor dos outros.
Quem tem vigorosa saúde espiritual não necessita chamar de doentes os outros para gozar a consciência da saúde
própria.
As nossas reuniões sociais, os nossos bate-papos são, em geral, academias de maledicência.
Falar mal das misérias alheias é um prazer tão sutil e sedutor – algo parecido com whisky, gin ou cocaína – que uma pessoa de
saúde moral precária facilmente sucumbe a essa epidemia.
A palavra é instrumento valioso para o intercâmbio entre os homens. Ela, porém, nem sempre
tem sido utilizada devidamente.
Poucos são os homens que se valem desse precioso recurso para construir esperanças, balsamizar dores e traçar rotas
seguras.
Fala-se muito por falar, para “matar tempo”. A palavra, não poucas vezes, converte-se em estilete da impiedade, em lâmina da maledicência e
em bisturi da revolta.
Semelhantes a gotas de luz, as boas palavras dirigem conflitos e resolvem dificuldades.
Falando, espíritos missionários reformularam os alicerces do pensamento humano.
Falando, não há muito, Hitler hipnotizou multidões, enceguecidas, que se atiraram sobre
outras nações, transformando-as em ruínas.
Guerras e planos de paz sofrem a poderosa influência da palavra.
Há quem pronuncie palavras doces, com lábios encharcados pelo fel.
Há aqueles que falam meigamente, cheios de ira e ódio. São enfermos em demorado processo de reajuste.
Portanto, cabe às pessoas lúcidas e de bom senso, não dar ensejo para que o veneno da
maledicência se alastre, infelicitando e destruindo vidas.
Pense nisso!
Desculpemos a fragilidade alheia, lembrando-nos das nossas próprias fraquezas.
Evitemos a censura.
A maledicência começa na palavra do reproche inoportuno.
Se desejamos educar, reparar erros, não os abordemos estando o responsável ausente.
Toda a palavra torpe, como qualquer censura contumaz, faz-se hábito negativo que culmina por envilecer o
caráter de quem com isso se compraz.
Enriqueçamos o coração de amor e banhemos a mente com as luzes da misericórdia divina.
Porque, de acordo com o Evangelho de Lucas, “a boca fala do que está cheio o
coração”.
(Texto extraído do livro “A Essência da Amizade” – Huberto Rohden* – Editora 

A História da Rosa...leiam é linda


A História da Rosa

Sabes, meu filho, não há rosas sem espinhos. Pois é, concordei eu. Mas nem sempre foi assim. Sabias? Isso já não, confessei. É verdade meu filho, tempos havidos, as rosas não tinham espinhos, como qualquer outra flor. A velhota despertara-me a curiosidade. Queres saber o que se passou entretanto? Claro, queria mesmo. Então escuta com atenção.
Como te disse, tempos houve em que as rosas não tinham espinhos. Aqui na Serra, também não havia tanta flor, tudo estava coberto de matagal e os lobos eram mais do que os espinheiros. A Natureza tem muita força, ela rege a vida do Universo, predestina tudo, a vida dos animais, das plantas e dos homens.
Um dia, por desígnios seus, apareceu uma bela rosa, uma rosa mais bela do que qualquer outra, crescendo sozinha no meio do mato. As abelhas e as mariposas logo levaram a notícia em todas as direcções e nunca mais a rosa deixou de ser visitada por verdadeiros enxames desses simpáticos insectos. Talvez por isso, quem sabe, mas não lhe podemos levar muito a mal, tornou-se um poucochinho vaidosa. Fechando os olhos à beleza que a rodeava – a Serra é muito bela, não achas? – fechando os olhos à beleza que a rodeava, ia eu dizendo, a rosa nem sequer se apercebeu de que quase junto ao caule, nascera e crescia um gordo cacto. Esta planta é muito humilde, talvez por se considerar feia e horrível, com os seus picos sempre espetados contra inimigos, uns verdadeiros e outros imaginários. O cacto desta história sentia-se ainda mais humilde e triste por ter uma vizinha que não lhe ligava. Viveram assim durante muito tempo as duas plantas: uma lá no alto, vistosa, a outra rente ao chão, modesta. Mas, um dia, ah!, aconteceu uma coisa de pasmar.
Sofria-se nesse momento uma pavorosa seca. A nossa rosa, porém, mantinha o viço como se todos os dias fosse regada. As raízes continuavam a sentir o subsolo úmido e a criar seiva para a flor permanecer de pé e não desmaiar de cor. Como era possível tal coisa? Apenas porque o cacto tinha no interior um reservatório de água e, de quando em vez, libertava alguma dessa água para a terra. Mas, como era modesto e tímido, nada confessava desse seu gesto.
Por essa ocasião, conta-se, um homem perdeu-se na serra e, vagueando, vagueando, quase morto de sede, abeirou-se do sítio onde viviam a rosa e o cacto. Ao ver este, como era viajado e conhecedor, recordou sabedorias antigas, e pegando numa faca de mato arrancou-o, abriu-o ao meio e bebeu a água muito fresquinha. Desta forma, o homem ganhou novas forças e salvou-se de uma morte certa. O pobre cacto, esse, coitado, morreu. Mas a rosa aprendeu a lição; se aprendeu! Desde logo suspeitou se ainda estava viva, ao cacto o devia. Fora dele, sem dúvida, a água que impedira que ela murchasse e secasse. Teve por isso de reconhecer: nem só a beleza é coisa importante. Afinal, o cacto, a cuja presença nunca ligara, salvara a vida de um homem. E então chorou, arrependida, por não ter tido tempo, ocupada com a sua beleza como sempre estivera, de reconhecer e dar valor ao vizinho. Debruçou-se a seguir sobre os seus restos, num abraço de despedida.
Disse-te há pouco, a natureza é cheia de desígnios e só ela os entende. Nós não podemos nada contra ela. Pois sucedeu uma coisa inesperada: ao dar-se aquele abraço, os picos do cacto espetaram-se no caule da rosa. Não, não, ela não sentiu dor nenhuma. A flor até ficou reconhecida por isso ter sucedido. Era a última homenagem prestada à valente planta. E aqui tens: a partir desse dia as rosas passaram a nascer com espinhos.

domingo, 7 de outubro de 2012

O Jogo da Vida



O Jogo da Vida
Nós sempre fomos educados para conviver com o mundo exterior que é, sem dúvida, importante, mas o seu mundo interior – o das sensações, emoções e sentimentos – também é e, na maioria das vezes, está abandonado.
Quanto mais conhecimento você adquire acerca do seu mundo interior, mais condições possui para melhorar a sua capacidade de interferência na vida, obtendo cada vez mais realizações. A vida é um tabuleiro de xadrez onde você faz o papel das peças e, por mais complexo que seja o jogo, só pode aprender jogando.
Todo real problema que alguém possa ter, reside no fato de não saber usar as ferramentas que a natureza lhe deu. Não existem defeitos no homem. O que existe é ignorância em usar os próprios atributos.
Se alguém pode fazer algo por você, é você mesmo.
A vida é a sequência consciencial das sensações do aqui e agora. Vida é um processo contínuo, uma mudança constante. Se você observar a natureza, verá as mudanças acontecendo a todo instante. Você é a natureza. Você está num processo de mudança, num continuum.
A vida é experiência, é aprendizado, e quanto mais você tornar-se apto a dirigi-la, seguindo a ordem natural das coisas, mais sucesso ela lhe trará.
Consciência é o fenômeno da atenção. Quanto mais lúcida e clara ela estiver, mais você conhecerá suas reais habilidades e limitações. Assim, você não se deixará impressionar por muitas coisas que hoje, talvez, o impressionem, causando mágoas, raiva, dor e culpa. A consciência lúcida é a percepção das coisas com clareza e profundidade. Será que o modo como você percebe as coisas é verdadeiramente a realidade?
Você é o grande laboratório e arquiteto da sua vida. Nela, só você pode saber o que é verdade ou não, o que serve ou não, o que realmente acontece com você.
(Extraído do Blog Universo Natural)

A parábola dos talentos




Havia um homem muito rico, possuidor de vastas propriedades, que era apaixonado por jardins. Os jardins ocupavam o seu pensamento o tempo todo e ele repetia sem cessar: O mundo inteiro ainda deverá transformar-se num jardim. O mundo inteiro deverá ser belo, perfumado e pacífico. O mundo inteiro ainda se transformará num lugar de felicidade.
As suas terras eram uma sucessão sem fim de jardins, jardins japoneses, ingleses, italianos, jardins de ervas, franceses. Dava muito trabalho cuidar de todos os jardins. Mas valia a pena pela alegria. O verde das folhas, o colorido das flores, as variadas simetrias das plantas, os pássaros, as borboletas, os insectos, as fontes, as frutas, o perfume… Sozinho ele não daria conta Por isso anunciou que precisava de jardineiros. Muitos se apresentaram e foram empregados.
Aconteceu que ele precisou de fazer uma longa viagem. Iria a uma terra longínqua comprar mais terras para plantar mais jardins. Assim, chamou três dos jardineiros que contratara, e disse-lhes: Vou viajar. Ficarei muito tempo longe. E quero que vocês cuidem de três dos meus jardins. Os outros, já providenciei quem cuide deles. A você, Paulo, eu entrego o cuidado do jardim japonês. Cuide bem das cerejeiras, veja que as carpas estejam sempre bem alimentadas… A você, Hermógenes, entrego o cuidado do jardim inglês, com toda a sua exuberância de flores espalhadas pelas rochas… E a você, Boanerges, entrego o cuidado do jardim mineiro, com romãs, hortelãs e jasmins.
Ditas essas palavras, partiu. Paulo ficou muito feliz e pôs-se a cuidar do jardim japonês. Hermógenes ficou muito feliz e pôs-se a cuidar do jardim inglês. Mas Boanerges não era jardineiro. Mentira ao oferecer-se para o emprego. Quando ele viu o jardim mineiro disse: Cuidar de jardins não é comigo. É demasiado trabalho…
Trancou então o jardim com um cadeado e abandonou-o. Passados muitos dias voltou o Senhor, ansioso por ver os seus jardins. Paulo, feliz, mostrou-lhe o jardim japonês, que estava muito mais bonito do que quando o recebera. O Senhor dos Jardins ficou muito feliz e sorriu. Hermógenes mostrou-lhe o jardim inglês, exuberante de flores e cores. O Senhor dos Jardins ficou muito feliz e sorriu.
E foi a vez de Boanerges… E não havia forma de enganar: Ah! Senhor! Preciso de confessar: não sou jardineiro. Os jardins dão-me medo. Tenho medo das plantas, dos espinhos, das lagartas, das aranhas. As minhas mãos são delicadas. Não são próprias para mexer na terra, essa coisa suja…
Mas o que me assusta mesmo é o facto das plantas estarem sempre a transformar-se: crescem, florescem, perdem as folhas. Cuidar delas é uma trabalheira sem fim.
Se estivesse em meu poder, todas as plantas e flores seriam de plástico. E a terra estaria coberta com cimento, pedras e cerâmica, para evitar a sujeira. As pedras dão-me tranquilidade. Elas não se mexem. Ficam onde são colocadas. Como é fácil lavá-las com esguichos e vassoura! Assim, eu não cuidei do jardim. Mas tranquei-o com um cadeado, para que os traficantes e os vagabundos não o invadissem.
E com estas palavras entregou ao Senhor dos Jardins a chave do cadeado. O Senhor dos Jardins ficou muito triste e disse: Este jardim está perdido. Deverá ser todo refeito. Paulo, Hermógenes: vocês vão ficar encarregados de cuidar deste jardim. Quem já tinha jardins ficará com mais jardins.
E, quanto a você, Boanerges, respeito o seu desejo. Não gosta de jardins. Vai ficar sem jardins. Gosta de pedras. Pois, de hoje em diante, irá partir pedras na minha pedreira…
assim somos nós ,as vezes temos medo , preguiças , e nos acomodamos e desperdiçamos os talentos e as oportunidades que o pai nos concedeu.

sábado, 6 de outubro de 2012

Um “Pai Nosso” Diferente

Um “Pai Nosso” Diferente



H: Pai nosso que estais no céu...
  
D: Sim, estou aqui.
H: Por favor, não me interrompa, estou rezando!
  
D: Mas você me chamou!
H: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando. Pai Nosso que estais nocéu...
  
D: Aí, você me chamou de novo.
H: Fiz o que?
  D: Me chamou! Você disse: "Pai nosso que estais no céu". Estou aqui, como é que posso ajuda-lo?
H: Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando. Rezo o Pai nosso todos os dias, me sinto bem rezando assim. É como se fosse um dever, não me sinto bem sem cumpri-lo.
  D: Mas como podes dizer "Pai Nosso" sem lembrar que todos são seus irmãos? Como podes dizer "que estais no céu", se não sabe que o céu é paz, que o céu é amor a todos?H: É... Realmente não havia pensado nisso.
  
D: Mas prossiga a sua oração.H: Santificado seja o vosso nome...  D: Espera aí! O que você quer dizer com isso?H: Quer dizer, quer dizer..., é... sei lá, faz parte da oração, só isso!
  
D: Santificado significa digno de respeito, santo, sagrado.
H: Agora entendi, mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra... "Santificado". Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu...
  D: Está falando sério?
H: Claro, porque não?
  
D: E o que faz para isso acontecer?H: O que faço? Nada, é que faz parte da oração e além disso seria como se o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontece no céu e na terra também.
  
D: Tenho controle sobre você?H: Bem, eu freqüento a Igreja!  D: Não foi isso o que perguntei. Que tal o jeito que você trata seus irmãos, a maneira como você gasta seu dinheiro, o muito tempo que você dá à televisão, as propagandas que você corre atrás e o pouco tempo que dedica a mim?H: Por favor, pare de criticar.
  
D: Desculpe, pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso acontecer, tem que ser com aqueles que rezam, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade, os amigos, os irmãos...H: Está certo, tem razão, acho que nunca aceito a Sua Vontade, peço sol, reclamo do calor. Se manda frio, continuo reclamando. Se estou doente, peço saúde. Se me dá saúde, não cuido dela, deixo de me alimentar ou como demais...
  
D: Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e você. Mas, olha: vamos ter vitórias e derrotas também. eu estou gostando desta nova atitude sua.H: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está demorando muito mais do que costuma a ser. Vou terminar: o pão nosso de cada dia nos daí hoje...  D: Pare aí, você está pedindo o pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedirem pão, lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode me pedir o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso. Estou interessado na nossa próxima parte da oração.Continue...H: Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.  D: E o seu irmão desprezado?H: Está vendo? Olhe, Senhor, ele já me criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.
  
D: Mas, e a sua oração? O que quer dizer a sua oração? Você me chamou, eu estou aqui. Quero que saia daqui transfigurado. Estou gostando de você porque está sendo honesto. Mas, não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?H: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!
  
D: Não vai não! Vai se sentir-se muito pior. A vingança não é tão doce como parece. Pense na tristeza que me causaria. Pense na sua tristeza. Agora, eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.H: Pode? Mas, como?  D: Perdoe seu irmão. Eu perdoarei você e te aliviarei!H: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo!  D: Então, não me peça perdão!H: Mais uma vez está certo. Mais que vingar-me, quero a Paz com o Senhor. Está bem, está bem. Eu perdôo a todos, mas ajude-me, Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.  D: Isso que me pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. Como está se sentindo?H: Bem, muito bem mesmo. Para falar a verdade, nunca me senti assim! É tão bom falar com Deus... E não nos deixei cair em tentação, mas livrai-nos do mal...
  
D: Ótimo, vou fazer justamente isto, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.H: O que quer dizer com isso?  D: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas que não deve, como intrigas e fofocas. Abandone a maldade, o ódio... Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado.H: Não estou entendendo!  D: Claro que entende! Você já fez isso várias vezes. Entra no erro e depois corre a me pedir socorro.H: Puxa, como estou envergonhado!  D: Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo para mais uma vez vir a fazer negócio comigo!H: Estou com muita vergonha! Perdoa-me, Senhor!  D: Claro que perdôo! Sempre estou perdoando quem perdoa também, mas não esqueça: quando me chamar, lembre-se da nossa conversa, medite cada palavra que fala. Termine sua oração.H: Terminar? Há, sim, "Amém"!
  
D: O que quer dizer com AMÉM?

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Prometa a Sí Mesmo.




A partir de Hoje não mais lamentarei o dia de ontem. Ele está no passado e o passado nunca mudará. Só eu posso mudar se for essa minha escolha. A partir de Hoje não mais me preocuparei com o amanhã. O amanhã sempre estará lá esperando por mim para torná-lo o melhor possível. Mas não posso fazer o melhor pelo amanhã sem primeiro fazer o melhor Hoje. A partir de Hoje eu olharei no espelho e verei alguém valioso e merecedor do meu respeito e admiração. Alguém com quem gosto de passar minhas horas e a quem conseguirei conhecer melhor. A partir de Hoje eu tratarei com carinho cada dia da minha vida. Eu valorizarei esse presente e o partilharei sem egoísmo com meus semelhantes. A partir de Hoje observarei a minha caminhada e superarei desgostos se houver tropeços. Eu enfrentarei desafios com coragem e determinação. Eu superarei barreiras que tentem impedir minha busca pelo crescimento e auto melhoramento. A partir de Hoje eu viverei a vida um dia de cada vez e dando um passo de cada vez. A partir de hoje eu abrirei minha alma e meu coração. Darei boas vindas a novas experiências e gostarei de conhecer novas pessoas. Eu não pretenderei ser perfeito nem exigirei que os outros o sejam, pois a perfeição absoluta não existe neste mundo. Eu aplaudirei as tentativas de fortalecimento do lado fraco da natureza humana. A partir de hoje eu sou o responsável pela minha felicidade e não medirei esforços para manter-me feliz.Eu mudarei o que quiser e puder mudar. O restante deixarei simplesmente passar … Eu agradecerei por tudo que tenho de melhor, por ser alguém que pode ser melhor, pois sei agora que isso é possível. Prometa ainda sorrir e sempre estar sorrindo… A partir de hoje e para sempre. Prometa a você Mesmo! (Silvia Schmidt) 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

terça-feira, 2 de outubro de 2012

PECADO ORIGINAL


A humanidade é essencialmente díspar em suas características.
Cada criatura possui facilidades e dificuldades que lhe são inerentes.
A educação e o meio ambiente exercem influência no comportamento humano. Mas certas tendências são inexplicáveis, no contexto de uma única existência.Dentro do mesmo núcleo familiar, há marcantes diferenças de moralidade e equilíbrio entre irmãos.
Algumas crianças, desde a mais tenra idade, demonstram boa índole. Equilibradas e serenas, aceitam com tranqüilidade a disciplina e a orientação dos pais. Já outras trazem a marca da rebeldia. Instáveis e difíceis, por vezes até cruéis, constituem um desafio para a paciência dos familiares.
A realidade é que os espíritos encarnam infinitas vezes, em seu caminhar para a perfeição. Cada qual é herdeiro de si próprio.
Ao reencarnar, o espírito traz consigo o que adquiriu em suas precedentes existências. Essa é a razão pela qual os homens mostram pendores bons ou maus, que neles parecem inatos. Virtudes e vícios não são obras do acaso.
Eles constituem o resultado de opções feitas no passado.
Quem se esforçou para burilar o próprio intelecto, hoje possui avantajada inteligência. Aquele que gastou tempo aprimorando a sensibilidade artística
dispõe atualmente de facilidade no campo das artes. Já a criatura que se permitiu malbaratar os tesouros da vida ressente-se de sua falta.
O ser que elegeu o vício no passado tem-no presente em seu íntimo.
Os maus pendores naturais são resquícios de imperfeições das
quais o espírito ainda não se despojou. Eis o verdadeiro pecado original.
As leis humanas, embora ainda falíveis e injustas, repelem
a idéia de penalizar um homem pelo que outro fez.
Como Deus é soberanamente justo e bom, é incoerente imaginar
que ele responsabilize uns pelas faltas de outros.
Cada qual se debate com a herança que providenciou para si.
Luz ou sombra, facilidades ou dificuldades, o que hoje se vive
é resultado do que se fez no pretérito.
Não adianta culpar ninguém pelas dificuldades atuais.
A recordação das vidas passadas não é possível ou desejável.
Mas as tendências atuais evidenciam os pontos carentes de correção.
O ontem é passado e não pode ser modificado. Mas hoje estão
sendo lançadas as bases do futuro. Este é o momento de refletir maduramente sobre o amanhã que virá, e adotar medidas para
que ele seja luminoso. Ninguém fará o trabalho que lhe compete.
O caráter, a inteligência, a pureza, nada disso pode ser improvisado.
Se você deseja ser pacífico e bondoso, precisa criar o hábito de ser assim.
Diariamente você é confrontado com situações que exigem um posicionamento. Compete exclusivamente a você optar por ser digno ou indigno, corajoso ou covarde, generoso ou mesquinho.
Mas saiba que está diariamente lançando as sementes de seu futuro.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Dois Anjos



Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica.
 A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão.
 Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa.
À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou.
Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que? O Anjo mais velho respondeu:
"As coisas nem sempre são o que parecem".
Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar em outra casa, de um casal muito pobre,
 mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que
a família pobre tinha o casal permitiu que os Anjos
dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite De descanso.
Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas.
 A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo.
O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho:
"como você permitiu que isto acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e,
 no entanto, você o ajudou"; o Anjo mais jovem o acusava. "
A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a Compartilhar tudo,
 e você permitiu que a vaca morresse".
"As coisas nem sempre são o que parecem," respondeu o anjo mais velho.
"Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede.
 Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte,
fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria.
Depois, ontem à noite, quando dormíamos na
 casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor.
 E Eu lhe dei a vaca em seu lugar."
As coisas nem sempre são como parecem.
Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos.
 Se você tiver fé, somente necessita confiar que seja quais forem as coisas que aconteçam, sempre serão
uma vantagem para você. E talvez você venha A compreender isto só um pouco mais tarde.