sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O VERDADEIRO HOMEM DE BEM..

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PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO

Conta-se que Jesus, apos narrar a Parábola do Bom Samaritano, foi novamente interpelado pelo doutor da lei que, alegando não lhe haver compreendido integralmente a lição, perguntou, sutil:- Mestre, que farei para ser considerado homem bom?Evidenciando paciência admirável, o Senhor respondeu:Imagina-te vitimado por mudez que te iniba a manifestação do verbo escorreito e pensa quão grato te mostrarias ao companheiro que falasse por ti a palavra encarcerada na boca.
Imagina-te de olhos mortos pela enfermidade irremediável e lembra a alegria da caminhada, ante as mãos que te estendessem ao passo incerto, garantindo-te a segurança.
Imagina-te caído e desfalecente, na via pública, e preliba o teu consolo nos braços que te oferecessem amparo, sem qualquer desrespeito para com os teus sofrimentos.
Imagina-te tocado por moléstia contagiosa e reflete no contentamento que te iluminaria o coração, perante a visita do amigo que te fosse levar alguns minutos de solidariedade.
Imagina-te no cárcere, padecendo a incompreensão do mundo, e recorda como te edificaria o gesto de coragem do irmão que te buscasse testemunhar entendimento.
Imagina-te sem pão no lar, arrostando amargura e escassez, e raciocina sobre a felicidade que te apareceria de súbito no amparo daqueles que te levassem leve migalha de auxílio, sem perguntar por teu modo de crer e sem te exigir exames de consciência.
Imagina-te em erro, sob o sarcasmo de muitos, e mentaliza o bálsamo com que te acalmarias, diante da indulgência dos que te desculpassem a falta, alentando-te o recomeço.
Imagina-te fatigado e intemperante e observa quão reconhecido ficarias para com todos os que te ofertassem a oração do silêncio e a frase de simpatia.
Em seguida ao intervalo espontâneo, indagou-lhe o Divino Amigo:
- Em teu parecer, quais teriam sido os homens bons nessas circunstâncias?
- Os que usassem de compreensão e misericórdia para comigo – explicou o interlocutor.
- Então – repetiu Jesus com bondade-, segue adiante e faze também o mesmo.
* * *
Xavier, Francisco Candido. Da obra: Amor e Vida em Família.
Ditado pelo Espírito Emanuel.


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

toda ação tem uma reação...

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o menino  e o  saco de carvão
O pequeno Zezinho entra em casa, batendo forte os pés no chão.Sua casa que era de assoalho fez ressoar o ruído.Seu pai, que estava indo ao quintal cuidar da horta, ao ver seu filho nervoso, fica preocupado e o chama para uma conversa.
Zezinho de oito anos de idade, o acompanha desconfiado, e antes que o pai lhe fale alguma coisa, fala irritado:
“Pai estou com muita raiva . O Paulinho não deveria ter feito o que fez comigo. Desejo tudo de ruim para ele.”
O pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, o escuta calmamente .Porém o garoto, não para de reclamar.
“O Paulinho me humilhou na frente dos meus amigos; eu gostaria que ele ficasse doente e nunca mais fosse à escola.”
O pai escuta tudo enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e pediu ao menino que o acompanhasse.Calado, o filho observava curioso, cada movimento do pai.
Zezinho vê se o saco está aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer alguma pergunta, o pai lhe propõe algo:
“Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está no varal secando é seu amiguinho, e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço.Depois eu volto, para ver como ficou.”
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos a obra. O varal com a camisa não estava muito perto e o jovenzinho tinha que se esmerar muito para conseguir atingir a camisa.Poucos pedaços de carvão acertaram o alvo.
Uma hora se passou e garoto terminou a tarefa . O pai que espiava tudo de longe, se aproxima e lhe pergunta:
Como você está sentindo-se agora meu filho?
“Estou cansado mas estou alegre, porque acertei bastante pedaços de carvão na camisa e aliviei-me bastante da raiva papai.Obrigado!
O pai olha para o menino e carinhosamente lhe fala:”Venha comigo até o quarto que eu quero mostrar a você uma cena muito especial.”
Zezinho, curioso acompanha o genitor, que carinhosamente pega ao garoto ao colo e lhe mostra seu reflexo em um grande espelho.
Que susto!!! Só conseguia ver os olhos e seus dentinhos!
“Filho, se compararmos como você ficou, a camisa quase não se sujou: mas olhe-se bem!Na vida , o mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, os resíduos e a fuligem, ficam em nós mesmos.Ter raiva, ter inveja, ódio ou rancor, não nos levam a lugar algum. São sentimentos que apenas nos enfraquecem,geram doenças e impedem de aproveitarmos as coisas boas que acontecem ao nosso redor. Portanto, vamos esquecer as mágoas e tomar um delicioso banho!”

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O PERDÃO ESSE É O MAIOR MANDAMENTO.

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 Eu vos digo, porém, amai a vossos inimigos, bendizei os que maldizem, fazei bem aos que
vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e
vos perseguem”. Em muitas ocasiões, quem
imaginas que haja ferido, não tem disso a ,
mínima idéia de vez que terá agido sob a
ação compulsiva de obsessão ou enfermidade.
Se recebestes comprovadamente uma ofensa
de alguém, esse alguém terá dilapidado a tranqüilidade própria, passando a carregar arrependimento e remorso, em posição de
sofrimento que desconheces.
Perante os ofensores, dispões da oportunidade
de revelar compreensão e proveito, em matéria
de aperfeiçoamento espiritual. Aquele, a
quem desculpas hoje uma falta cometida
contra ti, será talvez amanhã, o teu maior
defensor , se caíres em falta contra os outros.
Diante da desilusão recolhida do
comportamento de alguém, coloca-te no lugar
desse alguém, observando se conseguirias agir
de outra forma nas mesmas circunstâncias. Capacitemo-nos de que condenar o
companheiro que erra é agravar a
infelicidade de quem já se vê suficientemente
infeliz. Revide de qualquer procedência,
mesmo quando se enquiste unicamente na
mágoa individual imanifesta, não resolve
problema algum. Quem fere o próximo
efetivamente não sabe o que faz, porquanto
ignora as responsabilidades que assume
na lei de causa e efeito . Ressentimento não
adianta, de vez que todos somos espíritos
eternos destinados a confraternizar-nos
todos, algum dia, à frente da bondade de
Deus. Desculpar ofensas e esquecê-las é
livrar-se da perturbação e doença,
permanecendo acima de qualquer sombra que
se nos enderece na vida, razão porque,
em nosso próprio benefício, advertiu -nos
Jesus, de que se deve perdoar, qualquer falta,
não apenas sete vezes,
mas setenta vezes sete vezes.


domingo, 26 de agosto de 2012

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A necessidade de um email


Um homem que estava desempregado, entra num concurso da Microsoft para ser técnico de limpeza.
O Gerente de Recursos Humanos entrevista-o, faz um teste (varrer o chão) e lhe diz-lhe:
"O serviço é seu"; dê-me o seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha para preencher, a data e hora a que deverá se apresentar para o serviço.
O homem, desesperado, responde que não tem computador, e muito menos, e-mail.
O Gerente de RH, disse que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho.
O homem sai, desesperado, sem saber o que fazer; somente tem 1000$00 no bolso.
Então decide ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 quilos de tomates.
Bate de porta em porta vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas, tinha conseguido duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta a casa com 16.000$00.
Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta a casa mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro a cada dia.
Pouco tempo depois, compra uma Kombi, depois troca por um caminhão e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Passados 5 anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos.
 Pensando no futuro da sua família, decide tirar um seguro de vida.
Chama um corretor, acerta um plano e quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta. O homem disse que não tem e-mail.
Curioso, o corretor lhe disse: Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que você seria se tivesse e-mail!!.
O homem pensa e responde:
- Seria um homem de limpeza da Microsoft!!

* Moral da historia 1: A Internet não soluciona sua vida
* Moral da Historia 2: Se você quer ser técnico de limpeza da Microsoft, procure ter um e-mail.
* Moral da historia 3: Se você não tem e-mail e trabalha muito, pode ser milionário.
* Moral da historia 4: Se você recebeu isto por e-mail, você esta mais perto de ser técnico de limpeza do que de ser milionário.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

UMA PALAVRA AMIGA , TAMBÉM É CARIDADE

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O MENINO E O TELEFONE

Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cómoda da sala.
Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.

Então, um dia eu descobri que dentro daquele objecto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse.

"Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei: O telefone!

Rapidamente fui ate o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cómoda da sala. Subi na escada, tirei o telefone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse:

- Uma informação, por favor.

Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.

- Informações.

- Eu machuquei meu dedo..., disse, e as lagrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.

- A sua mãe não esta em casa?, ela perguntou.

- Não tem ninguém aqui..., eu soluçava.

- Está sangrando?

- Não, respondi.

- Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo...

- Você consegue abrir o congelador?, ela perguntou.

Eu respondi que sim.

- Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo, disse a voz.

Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.

Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava:

- Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?

Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:

- Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também...

De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.

No outro dia, lá estava eu de novo.

- Informações, disse a voz já tão familiar.

- Você sabe como se escreve 'excepção'?

Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga.

"Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefónico preto e eu não sentia nenhuma atracção pelo nosso novo aparelho telefónico branquinho que ficava na nova cómoda na nova sala. Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória.

Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.

Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi:

- Uma informação, por favor.

Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:

- Informações.

Eu não tinha planeado isso, mas me peguei perguntando:

- Você sabe como se escreve 'excepção'?

Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave:

- Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul.

Eu ri e disse:

- Então, é você mesma! Você não imagina como era importante para mim naquele tempo.

- Eu imagino, ela disse.

- E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.

Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.

- É claro!, ela respondeu.

- Venha até aqui e chame a Sally.

Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã.

Quando liguei, uma voz diferente respondeu:

- Informações.

Eu pedi para chamar a Sally.

- Você é amigo dela?, a voz perguntou.

- Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul.

- Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.

Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:

- Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?

- Sim.

- A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você.

A mensagem dizia:

"Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender."

Eu agradeci e desliguei.

Eu entendi.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O PEDREIRO.

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Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar. Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto, como um favor. O pedreiro não gostou mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados. Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída. Depois de inspecioná-la, deu a chave da casa ao pedreiro e disse: - "Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você". O pedreiro ficou muito surpreendido. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente.... O mesmo acontece conosco... Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na sua construção. Depois, com surpresa, nos descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás. Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tabuas e constróis paredes. Alguém já disse que: "A vida e um projeto que você mesmo constrói". Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" em que vai morar amanhã. Portanto construa com sabedoria!

E NÃO SE ESQUEÇA ,HA MUITAS MORADAS NA CASA DO PAI..FIQUE COM DEUS,MUITA PAZ E AMOR .BJUS DE LUZ

DECISÕES.NOSSAS ESCOLHAS..

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Nossa vida se desenrola numa série de encruzilhadas, diante das quais precisamos fazer opções. Aí é que aparece este impulso de autodeterminação pessoal chamado liberdade. Nele pode estar toda a nossa grandeza se acertarmos, ou a nossa miséria, se errarmos.

Seus fracassos e decepções estão todos no passado. Eles nada têm a ver com o que você deseja  conquistar a partir de hoje.
Só o homem que chegou ao ponto mais alto da árvore da vida é capaz de decidir...

Você começa cada dia como uma folha em branco. Cada momento é uma oportunidade de  
começar  a transformar seus sonhos em realidade.

O que já passou não importa mais. Sim, o passado trouxe você até aqui. Mas agora, seu caminho se divide em infinitas direções, e 
você pode  escolher qual delas deve seguir.

Aprenda com o passado e deixe-o para trás. Desejar que tivesse sido diferente é perda de tempo e energia.

Continuar convivendo com as limitações do passado é desperdiçar o enorme potencial da sua vida. Seu passado não define quem você é ou o que você pode 
conquistar. E quem decide isso é você.

"É mais fácil atirar pedras do que se defender delas."